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Mostrando postagens de abril, 2020

Frívolo Amor Que Rápido Corrói-se

Noutro belo e iluminado hemisfério Fino-me, sim, como metal que corrói Feito o resto, o detrito, que o rato rói Ou feito a fabulosa queda do império Pernoito em peremptória solitude E os sonhos vêm a se resumir a zero No ápice de um descanso efêmero Encontro a famosa e linda finitude Os amores fraternos, frívolos e curtos Vêm de bem longe, a meu seio atingir Inserem-se em mim, a meu peito tingir Provocando danos, perversão e surtos

Quarteto I

A calidez da existência me devasta E a frieza da apatia me contorna Minha vivência tanto me é nefasta Que a taça do finamento entorna